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mar
Musée des Beaux Arts
by tiagoa in Uncategorized
(de W. H. Auden, por José Paulo Paes)
No que respeita ao sofrimento, nunca se enganavam
Os Velhos Mestres: quão bem lhe compreendiam
A humana posição; de que maneira ocorre
Enquanto alguém está comendo ou abrindo uma janela ou somente andando ao léu.
Como, quando os de idade aguardam reverente, apaixonadamente
O milagroso nascimento, deve sempre haver
Crianças que não desejam particularmente que aconteça, patinando
Num lago junto à beira da floresta:
Eles jamais esquecem
Que mesmo o pavoroso martírio deve prosseguir seu curso
De qualquer modo num canto, nalgum lugar desasseado
Onde os cães levam sua vida canina e o cavalo do algoz
Raspa o traseiro inocente de encontro a uma árvore.
No Ícaro de Breughel, por exemplo: como tudo volta as costas
Pachorrentamente ao desastre: o arador bem pode ter ouvido
A pancada n’água, o grito interrompido,
Mas para ele não era importante o malogro; o sol brilhava
Como cumpria sobre as alvas pernas a sumir-se nas águas
Esverdeadas; e o delicado barco de luxo que devia ter visto
Algo surpreendente, um rapaz despencando do céu,
Precisava ir a alguma parte e continuou calmamente a velejar.
fev
JMS
by tiagoa in Uncategorized
Joseph Mitchell talvez ajude a entender por que João Moreira Salles disse que “só voltaria a fazer documentários quando pudesse reproduzir a alegria que t[e]ve ao fazer Santiago”. Há alguns paralelos evidentes entre as obras-primas desses dois. Comecei a percebê-los quando, há poucos meses, pude enfim ler o posfácio para a edição de O Segredo de Joe Gould que saiu pela Cia. das Letras. Mais que um texto de avaliação crítica, mais que um tributo de um escritor a outro, o que nós vemos ali é uma sincera e comovente declaração de amor de João a Joseph, que ajuda a entender, inclusive, o que o primeiro vem fazendo nas páginas de piauí a partir de 2006.
O Segredo de Joe Gould traz dois artigos que Joseph Mitchell escreveu para a New Yorker, dois retratos formidáveis de um personagem bastante excêntrico. Professor Sea Gull, o primeiro deles, é de dezembro de 1942. O segundo, Joe Gould’s Secret, só seria publicado mais de duas décadas depois—em setembro de 1964, sete anos após a morte de Gould. Eles contam a história de um graduado em Harvard, elogiado por Cummings e por Pound, que se orgulhava de ser um competente tradutor de Longfellow para a língua das gaivotas. Embora dormisse em albergues ou nas ruas, não é justo dizer que ele era mendigo, pois seu sustento provinha de um fundo formado por contribuições regulares de entusiastas da opus magnum que ele há anos erigia, A História Oral de Nosso Tempo.
(A partir deste ponto, passo a presumir que você também sabe qual é o segredo de Joe Gould. Se não é esse o caso, pule para o último parágrafo desse post, que lá tem coisa boa pra você também.)
Não cabe transcrever aqui o trecho em que Mitchell finalmente se dá conta de que A História Oral de Nosso Tempo só existia na cabeça de Joe Gould. Importa mais fazer referência à teoria que busca explicar, a partir desse trecho e de tudo o que é descrito ali, o silêncio que Joseph Mitchell se impôs desde então. Joe Gould’s Secret foi o penúltimo texto que Mitchell publicou. (Pensava que era o último? Não é. O último veio no início da década de 90. É o prefácio a Up in the Old Hotel, livro lindo, que colige todos os seus artigos.) Por 32 anos, mesmo sem publicar mais nada, ele continuou incluído na folha de pagamentos da New Yorker e dono de uma sala na redação—que continuou frequentando até morrer, em 1996.
***
Em 2008, numa entrevista, por ocasião do lançamento de Santiago, fizeram esta pergunta a João Moreira Salles: “Você já declarou que, depois de Santiago, deverá encerrar a carreira de documentarista. Deverá mesmo?”. E ele respondeu o seguinte:
Produzi o filme com uma sensação de ponto final. Santiago me possibilitou fechar uma porta, concluir um ciclo. O que penso sobre documentário está lá. Se abrirei novos ciclos, ainda não sei. Por ora, não tenho nenhuma vontade de abri-los.
E eis aqui os paralelos que eu enxergo. Quem viu sabe que Santiago também documenta uma tentativa anterior de fazer um documentário. João quis fazer um filme sobre o mordomo de sua família já em 1992, mas não conseguiu. Fracassou. Só foi conseguir mais de quinze anos depois, ao se pôr sob escrutínio também. Lembremos que Joe Gould’s Secret também é uma revisita: é Mitchell e o seu reconhecimento de que não contou tudo o que havia a ser contado. De maneira semelhante a João Moreira Salles em Santiago, Joseph Mitchell também está sob análise em Joe Gould’s Secret: há o segredo de Joe Gould, e há o segredo do romancista frustrado que Joseph Mitchell, na tentativa de entender Gould, confessa ser. Lembremos que, à maneira de Joe Gould (o grande personagem de Mitchell), que passou anos e anos escrevendo e reescrevendo os mesmos capítulos de uma obra que jamais concluiria, Santiago (o grande personagem de João) também passaria a vida escrevendo listas de celebridades que não viriam a ter utilidade alguma. Joseph Mitchell—a partir de Joe Gould—e João Moreira Salles—a partir de Santiago—promovem acertos de contas consigo mesmos. Joe Gould’s Secret marca o início do silêncio de Mitchell. Santiago pode marcar o de João.
Mas ainda bem que o silêncio de João não é absoluto. Aliás, seu amor por Joseph também pode explicar por que são tão bons os textos que ele vem escrevendo para a piauí nos últimos anos. O leitor de Mitchell se compraz com os textos de João porque João também é um excelente leitor de Mitchell. Eu já disse em outra oportunidade que os textos de JMS são o que de melhor tem sido publicado naquela revista—e eles são mesmo. Marcus pediu que eu os inventariasse, e eu resolvi compartilhar o resultado com vocês todos aqui. A partir do sistema de buscas do site da revista, pude reuni-los sob cinco grandes rubricas e, dentro delas, ordená-los cronologicamente. A maior parte das coisas que JMS tem escrito saem sem a sua assinatura, na seção Esquina e na seção Chegada; mas não se preocupe se, talvez por isso, você não os tiver lido, pois os melhores textos, os grandes textos, ele tem assinado. Em minha opinião, há seis deles; e se você ainda não leu nada, e quer começar pelos melhores, sugiro que vá direto à rubrica Grandes Matérias e Perfis, porque é lá que eles estão. Eles formam o que de melhor se publicou na imprensa brasileira nos últimos cinco anos, e eu quero que o chicote estrale sobre o meu corpo nu se, depois de lê-los, você não estiver prostrado de joelhos, concordando comigo. Antes, talvez seja preciso se cadastrar no site da revista, mas isso aí é moleza. Se não rolar, me avisa.
jan
James 157 Cameron
by tiagoa in Uncategorized
Se existe um nome que não me traz bons augúrios, esse nome é James Cameron. Ao longo dos anos, nessa minha vida, seu nome tem sido invocação de um-cinco-sete. Essa nossa relação amaldiçoada deve ter começado quando eu tinha uns onze anos, apenas mais um anônimo na multidão ignara e ávida pela estreia de Titanic, seus Leonardo DiCaprio, suas Céline Dion.
Era a première. A família pôs sobre meus ombros a tarefa de ir em busca dos ingressos, disputados, os quais tive de ir comprar à tarde, com horas de antecedência. Tirando a fila, e a par da longa espera, a compra em si até que não foi tumultuada. Os problemas começaram quando eu já estava no ponto, esperando o ônibus que me levaria de volta para casa.
Um bonezinho Nike adornava minha cabeça juvenil; uma Kenner, meus pés. Nas mãos, trazia eu uma sacola de plástico, dentro da qual vinha um pacote de Bono, recheio de morango, que eu comia aos poucos, do jeito certo: primeiro, um biscoito; depois, o recheio; depois, o outro biscoito. Enquanto eu entretinha pensamentos bastante sublimes, o ladrão surgiu em toda sua ladrãonitude e, seco, ordenou que eu (1) tirasse o boné. Ao perceber o significado daquela ordem, comecei a chorar, baixinho. O ladrão, então, mandou que eu (2) tirasse a sandália também. Lembro que eu tentei resumir num “Pô, véi” o argumento de que ficar descalço, pisando o chão imundo da Estação da Lapa, aviltava minha dignidade, feria meus direitos humanos, todas essas coisas; mas ele, porque ladrão, não se comoveu. Me disse que era pra eu tirar o biscoito da sacola, botar o boné e a sandália dentro, e depois, calminho, calminho, passar a parada para ele. Triste e humilhado, fiz tudo conforme suas ordens; e ao passar-lhe a sacola, meu boné, minha Kenner, não podendo mais me conter, passei a chorar alto, de modo a ser notado, buscando tirar vantagem da minha gurizice, da minha cara sem espinhas, do marejar de meus olhinhos verdes, de tudo o que pudesse despertar alguma compaixão na humanidade. Deu certo. Um sujeito que estava na minha frente, na fila esperando o ônibus, tomou as minhas dores e perguntou ao ladrão SE ELE TAVA QUERENDO ROUBAR O GURI É. O ladrão, surpreso, disse que não, não, era só que eu parecia muito um carinha que tinha batido no irmão dele ali embaixo, e me entregou a sacola com meus pertences, e foi-se embora. Enxugando as lágrimas, pus a Kenner nos pés. Mas só voltei a usar o boné tempos depois.
Para mim está claro que o culpado disso tudo foi James Cameron. Porque veja: se ele não tivesse feito Titanic, eu não teria passado por esse constrangimento todo. Se isso não lhe parece prova suficiente de minha tese, vamos cortar então para os últimos dias de 2009. E cá estamos nós: vindo do Cinemark, ligeiramente frustrados por não ter conseguido comprar ingressos para ver Avatar em 3D, mas no fundo comemorando um pouquinho também, por não ter ficado alguns reais mais pobre, por haver resistido a todo o hype, nem que seja por alguns dias. Lá venho eu, assoviando, solfejando, eventualmente cantando um samba antigo qualquer, totalmente esquecido de que este é um mundo hostil, em que as pessoas tomam o patrimônio umas das outras mediante violência ou grave ameaça, totalmente esquecido do que James Cameron simboliza em minha vida. Eu já estou perto de casa e vejo que lá vem uma menina, muito transtornada. “O que foi? O que foi?”, pergunto. “Oxen, você não viu? Os cara da moto, roubaram a galera toda que tava sentada aí. Eu vi eles vindo, me joguei no chão, e vi você vindo lá embaixo, ali no poste. Se você tivesse demorado mais um segundo, esse relógio aí, por exemplo, já era.”
QED.
James 157 Cameron.
dez
pais
by tiagoa in Uncategorized
Sérgio Bittencourt fez Naquela Mesa para homenagear seu pai, Jacob do Bandolim. Apesar de ser filho de quem era, Sérgio não sofria da angústia que costuma acometer filhos que escolhem seguir a mesma profissão de pais famosos—e declarava que um de seus maiores feitos era mesmo ser filho de Jacob. Naquela Mesa, mais que uma música sobre a saudade, é também sobre o orgulho que uma pessoa sentia por seu pai: “mais que seu filho, eu fiquei seu fã”. É uma canção bonita porque verdadeira. Eu quase consigo apalpar a verdade que dela transborda.
Naquela Mesa
Sergio Bittencourt
Naquela mesa ele sentava sempre
e me dizia sempre
o que é viver melhor.
Naquela mesa ele contava histórias
que hoje na memória
eu guardo e sei de cor.
Naquela mesa ele juntava gente
e contava contente
o que fez de manhã.
E nos seus olhos era tanto brilho
que mais que seu filho
eu fiquei seu fã.
Eu não sabia que doía tanto
uma mesa num canto,
uma casa, um jardim.
Se eu soubesse o quanto dói a vida,
essa dor tão doída
não doía assim.
Agora resta uma mesa na sala
e hoje ninguém mais fala
do seu bandolim.
Naquela mesa tá faltando ele,
e a saudade dele
tá doendo em mim.
Quando seu pai morreu, James Tate ainda era um bebezinho. O pai dele, portanto, sempre foi uma ausência, uma ficção, o herói de guerra que todo pai que morre no campo de batalha inevitavelmente tende a se tornar. The Lost Pilot é uma das raras ocasiões em que James Tate recorre à autobiografia. Está também entre os poemas dele de que mais gosto. Sempre que o leio, tento recriar a sensação de “[to] touch [one's] face as a disinterested scholar touches an original page”; e, a cada vez, imagino uma coisa diferente—mas acho que, qualquer que seja ela, será exatamente essa a maneira que encontrarei para tocar o rosto de meu pai na próxima vez que o vir.
The Lost Pilot
James Tate
for my father, 1922-1944
Your face did not rot
like the others—the co-pilot,
for example, I saw him
yesterday. His face is corn-
mush: his wife and daughter,
the poor ignorant people, stare
as if he will compose soon.
He was more wronged than Job.
But your face did not rot
like the others—it grew dark,
and hard like ebony;
the features progressed in their
distinction. If I could cajole
you to come back for an evening,
down from your compulsive
orbiting, I would touch you,
read your face as Dallas,
your hoodlum gunner, now,
with the blistered eyes, reads
his braille editions. I would
touch your face as a disinterested
scholar touches an original page.
However frightening, I would
discover you, and I would not
turn you in; I would not make
you face your wife, or Dallas,
or the co-pilot, Jim. You
could return to your crazy
orbiting, and I would not try
to fully understand what
it means to you. All I know
is this: when I see you,
as I have seen you at least
once every year of my life,
spin across the wilds of the sky
like a tiny, African god,
I feel dead. I feel as if I were
the residue of a stranger’s life,
that I should pursue you.
My head cocked toward the sky,
I cannot get off the ground,
and, you, passing over again,
fast, perfect, and unwilling
to tell me that you are doing
well, or that it was mistake
that placed you in that world,
and me in this; or that misfortune
placed these worlds in us.
Como se vê, ainda não aprendi a lidar com o espaçamento entre linhas.
out
“em última análise, sou uma pessoa feliz”
by tiago a. in Uncategorized
A vida do professor e jurista Sidio Rosa de Mesquita Junior certamente daria um filme (o link é oriundo de seu instrutivo sítio virtual).
out
de como é bom ter vó
by tiago a. in Uncategorized
“Tá fazendo falta aqui, viu.”
“É, vó?”
“É.”
“…”
“Quando a gente levanta que num vê as pernona cumprida pendurada na cama…
[pausa breve]
…fica triste.”
Choro.
out
ago
back to where I once belong + when I’m 64
by tiago a. in Uncategorized
Finda-se a temporada Euclidense, e eu nem li Os Sertões, nem visitei o que sobrou do Arraial, duas promessas que fiz a mim mesmo antes de ir para as bandas de lá. O Arraial estava debaixo d’água e só vai aparecer na temporada da seca—é uma desculpa, pelo menos. Mas e o livro? Como é que eu vou encarar meus netos e dizer que não li a porra do livro? O jeito vai ser mentir, dizer que a melhor parte é a d’A Luta, etc. e tal. Não há avô legal que não seja loroteiro; quanto mais ele mente, mais amado ele é. Mentir para os netos e ser admirado por isso é uma prerrogativa que a gente passa a ter à medida que vai perdendo as capacidades de controlar o esfíncter e de manter uma ereção. E depois ainda dizem que a vida não é justa.
jul
pray you, avoid it
by tiago a. in Uncategorized
A de ontem foi a segunda montagem de Hamlet que eu assisti. Estive lendo a peça, porque a primeira montagem me ensinou que, se você deixa na mão dos atores a tarefa de te contar a estória, sai do teatro entendendo apenas que no final quase todo mundo morre. Essa última foi melhor que a outra, o que não quer dizer que tenha sido boa. O Capitão Nascimento foi o responsável pelo papel-título. Em alguns momentos, me lembrou um capoeirista, de tanto que pulava e se jogava no chão. Em outros, me lembrou que eu tinha jurado a mim mesmo nunca mais ir ao teatro. O pessoal costuma dizer que Shakespeare deve se revirar no túmulo a cada vez que montam Hamlet, mas eu acho que não, viu. Eu acho que ele fica é dando aquela risadinha de Rabugento. Principalmente no início da segunda cena, do terceiro ato. Ali, ele se vingou antecipadamente de todos os futuros atos de vilipêndio a seu cadáver, obrigando os miseráveis a dizer as seguintes palavras enquanto praticam seus crimes:
Enter HAMLET and Players
HAMLET
Speak the speech, I pray you, as I pronounced it to
you, trippingly on the tongue: but if you mouth it,
as many of your players do, I had as lief the
town-crier spoke my lines. Nor do not saw the air
too much with your hand, thus, but use all gently;
for in the very torrent, tempest, and, as I may say,
the whirlwind of passion, you must acquire and beget
a temperance that may give it smoothness. O, it
offends me to the soul to hear a robustious
periwig-pated fellow tear a passion to tatters, to
very rags, to split the ears of the groundlings, who
for the most part are capable of nothing but
inexplicable dumbshows and noise: I would have such
a fellow whipped for o’erdoing Termagant; it
out-herods Herod: pray you, avoid it.
First Player
I warrant your honour.
HAMLET
Be not too tame neither, but let your own discretion
be your tutor: suit the action to the word, the
word to the action; with this special o’erstep not
the modesty of nature: for any thing so overdone is
from the purpose of playing, whose end, both at the
first and now, was and is, to hold, as ’twere, the
mirror up to nature; to show virtue her own feature,
scorn her own image, and the very age and body of
the time his form and pressure. Now this overdone,
or come tardy off, though it make the unskilful
laugh, cannot but make the judicious grieve; the
censure of the which one must in your allowance
o’erweigh a whole theatre of others. O, there be
players that I have seen play, and heard others
praise, and that highly, not to speak it profanely,
that, neither having the accent of Christians nor
the gait of Christian, pagan, nor man, have so
strutted and bellowed that I have thought some of
nature’s journeymen had made men and not made them
well, they imitated humanity so abominably.
First Player
I hope we have reformed that indifferently with us,
sir.
HAMLET
O, reform it altogether. And let those that play
your clowns speak no more than is set down for them;
for there be of them that will themselves laugh, to
set on some quantity of barren spectators to laugh
too; though, in the mean time, some necessary
question of the play be then to be considered:
that’s villanous, and shows a most pitiful ambition
in the fool that uses it. Go, make you ready.
Exeunt Players
Quer saber como foram as atuações dos atores ontem? Durante a maior parte do tempo, eles pegaram todas as advertências feitas acima e fizeram tudo ao contrário. Há algo de podre na alma dessas pessoas.
mai
t+
by tiago a. in Uncategorized
Você talvez já saiba que estou de partida pro que restou do Arraial de Canudos. Lá deve ter internet, além de bode, mas quero aproveitar a ocasião pra dar um tempo aqui no blog, um dois-alto. Só que eu não aprendi dizer adeus, então adeus não. Com Gerônimo, te digo até breve:

